terça-feira, 30 de junho de 2009

Be a Man!

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Nunca fui uma garota romântica. Gosto de mimos, de ser bem tratada, mas posso muito bem pagar a conta do restaurante sem achar isso um absurdo.
Mulheres modernas não são inferiores. São iguais.
Eu trabalho, tenho minha vida, meu carro, pago minhas contas e ninguém tem nada a ver com isso.
Se tem alguém aqui que pode ser mais frágil - pelo menos perante a preconceituosa sociedade - são as mulheres. Repito, as mulheres!
Homem dependente, não dá!
Um dia você vai morrer e quando chegar no céu, ou no inferno (afinal, as meninas malvadas vão para onde querem), vai se arrepender de não terem agido assim, vivido a vida plenamente ou acordar com uma gostosa do lado que até ontem você não conhecia e dizer “Eu vivi”.
Não estou fazendo apologias e nem dizendo – vire um galinha. Mas sim – seja independente.
Ok, um carinho, um cineminha, alguém legal que além de bom papo saiba fazer tudo direitinho é ótimo. Oh God, it is so good!
But, alguém que deixa de viver por você, não!
Por isso que eu acredito no mundo moderno de hoje. Todo mundo pode encontrar alguém, ter alguém, curtir com alguém... e não precisa casar pra isso. Thanks.
Imagina passar a vida inteira e um dia perceber que deixou de fazer tantas coisas que poderia contar pros netos que fez, mas enquanto isso ficou chorando em casa “a dor de um amor” Go have sex!
Um dia eu cai nessa. Toda gata, cheirosa, pranchinha feita, roupa perfeita. Nunca fui de curtir, mas tava pro crime.
Papo vai, papo vem, bebida entra, verdade sai. Ou melhor, deveria ter ficado na minha.
Pegação, curtição. Beijou mal, volta pra fila.
Mas o “ser” gamou.
Juro que pensei em trocar o número do celular. O famoso perdido não estava adiantando mais.
Tive que inventar que comecei a namorar e o coitado acreditou.
Tenho pena, juro. Mas tipos assim são um crime de insanidade contra minha pessoa.
E outra, vamos combinar que pra criar já bastam animais de estimação e quem sabe um dia, os filhos.


Posted by Nane

Tão doce quanto um suco de limão sem açúcar!

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Quanto mais conheço os homens, mais gosto do meu cachorro! Quando era mais nova essa frase me parecia muito feminista - os anos passam e a gente cria certo conhecimento sobre aqueles seres tão mortiços, também chamados de homens e descobre que é a mais pura verdade! E quase tão velha quanto esta frase é a história que preciso – reitero: preciso – escrever aqui.


No auge do verão - áh.. o verão - resolvi ir pra praia com umas amigas, pegar umas baladas e uns gatões, bem como fazer o típico chá de calcinha – indispensável em qualquer encontro com mais de três amigas. Ok, duas também bastam. Até aí nada fora do comum.. Casa alugada – muito bonitinha por sinal – à beira mar seria sinônimo de paz e tranqüilidade. Seria sinônimo, se não muito longe em outra casa alugada houvessem brutamontes gritando, bebendo, jogando - qualquer coisa menos futebol -e andando de cueca o tempo todo – It was terrible!. Mais terrível do que isto só a visita do bando à nossa residência temporária!


Tentando não pensar e ver aquelas cenas deprimentes resolvemos combinar a festa da noite. Horas depois quando todas nós estávamos de banho tomado, cheirosas, gatíssimas e prontas pro bote – nossa que termo horroroso! – pegamos o carro e fomos pra balada! Nem tínhamos chegado à pista direito e lá estavam eles – de novo eles – os nossos ‘vizinhos’. (Nota: repare nos sinais, esse tinha que ser um). Meia volta, fomos para a outra pista..


Pra lá de Bagdá – nunca uma boa opção, mas sempre há o risco – louca, eufórica e histericamente – amigas unidas jamais pagam mico, elas têm história pra contar - dançávamos na pista quando os vizinhos apareceram para acompanhar. Observação: a essa altura do campeonato eles já estavam bonitos, sensuais e falavam bem. Cada uma com o seu parceiro - mais parecia uma festa junina, confesso - todos foram para casa. Para a nossa casa! (Nota: não beba e agarre o primeiro maltrapilho que encontrares, isso é sinônimo de arrependimento!)


Depois dos habituais amassos, apertos e chupões a hora tão esperada por todos chegou! E – preciso confessar, de novo – até que foi bem concluída. 'Uma noite boa' teria dito, caso o metido a gostosão não tivesse dormido na minha cama, babado meu travesseiro, roncado o tempo todo - olha, parecia um trator - e ainda por cima roubado minha coberta – jamais roube a coberta. Quando duas horas se passaram e eu mais parecia um zumbi do que uma mulher, não me contive: mandei o cara embora! Tenha santa paciência! É por essas e outras que eu termino o texto como o iniciei: Quanto mais conheço os homens, mais gosto do meu cachorro! E tenho dito!



Posted by Jaque.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Rapidinha


Homem às vezes é que nem sapato novo:


No primeiro momento você acha lindo;
Leva pra casa mesmo sem ter tanta vontade só porque está em promoção;
Depois começa a apertar e nessa faz o primeiro calo;
Dai você cansa e mantém ele no armário, dentro da caixa, até quando você precisa dele porque nenhum outro combinaria com aquela roupa, e nessa advinha só - ele faz outro calo e você jura que nunca mais vai usá-lo.

É... homens e sapatos são realmente muito parecidos.
Mas eu continuo preferindo os sapatos, e de preferência os que não fazem calo.

Assholes, always in our way!

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A paixão pode ser mais cafajeste do que um homem! Faz você perder a consciência e a diferença entre o racional e irracional, o memorável e o ridículo. Ou seja, você faz coisas que até Deus duvida e acha LINDO! For God honey, don’t do it never again!


O resumo da história:

Saiu da casa dos pais para morar com uma amiga em outra cidade. Não trabalhava, estudava numa Universidade Particular e saia todo final de semana. Melhor impossível quando se tem dezoito anos, uma mente adolescente e um pai muito rico, não é mesmo? Pois acreditem, a fossa chegou aqui!


O encontro:

Noite fria e chuvosa. Tédio total em plena sexta-feira e para melhorar a situação: menstruada! (Nota: menstruação deve ser um sinal de “Stay at home today!”). Mas como amiga É amiga, as duas foram pra balada! Roupa linda, maquiagem perfeita, chapinha bem checada e absorvente na bolsa – só pra garantir. Chegando ao recinto a visão que pediram a Deus.. calouros e veteranos gatééérrimos dando a maior sopa no ambiente. O tunz tunz rola solto e o todo bonitão vai falar com ela. Óbvio que parecendo uma barata tonta diante da beleza radiante do rapaz junto com aquela voz de levar qualquer mulher ao céu, fez minha amiga agarrá-lo em menos de cinco minutos. Ok! A noite que tinha tudo para ser péssima, foi um arraso!


O improvável:

Num belo dia pelos corredores da Universidade, o todo bonitão andando com seus amigos – tão gatos quanto – chama Carol para sair de novo! (Observação: Todo convite feito diante dos amigos tem segundas intenções!) Mas pouco ligando para elas o “Coooom certeza!” saiu mais rápido que um sopro.

Baladas, ficadas e muito sexo depois, o todo bonitão a pediu em namoro! E mais uma vez a – já submissa - Carol disse “SIM”. As coisas iam bem para o gatão, afinal ele só andava com roupas de marca, entrava nas baladas de graça, bebia Johnnie Walker à vontade e praticamente morava com a namorada – acho que me esqueci de mencionar a conta que Carol pagava, né?

Alertada pela amigas – sempre preste atenção nelas - sobre o malandrão que sustentava - Liberte-se deste encosto, honey! De contas bastam as suas! - a resposta sempre era a mesma: O dinheiro é meu e faço o que quiser com ele! Ok baby, but he’s a asshole!!


O término:

Seis meses se passaram e a pobre Carol - toda apaixonada – percebeu – aleluia! - que a relação não estava mais como antes. Foi quando resolveu fazer a tal da DR. (Nota: discutir relação é uma droga, quase sempre dá errado!) O todo bonitão abriu o jogo e disse: Gata, foi bom enquanto durou! Eu tenho outra e eu a amo – amor, né? Tá bom.. Um tiro no peito teria doido menos! E foi só nesse momento – mas antes tarde do que nunca - que a ficha dela caiu. Meses de fossa e sucessivas bebedeiras foram o suficiente para voltar a vida social normal. Afinal, quem nunca teve uma paixão avassaladora e quando tudo acabou bebeu algumas? É normal e vou falar: Não vomitando, isso até que faz bem. :) Agora não saia por aí bebendo por qualquer idiota, porque mais idiotas do que eles seríamos nós de ressaca por quem não vale a pena!



Posted by Jaque.

domingo, 28 de junho de 2009

Era sapo e continuou sapo!

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Como adivinhar se aquele gato que você vai encontrar daqui a pouco beija bem?
Sem cafonices, mas beijo ruim é como banho gelado. Não dá!
Sim, gato escaldado tem medo de água fria e eu me lembro do pior beijo da minha vida.
E sério, que isso sirva para que todos parem e pensem (afinal, essa é a idéia desse blog), se por acaso você desconfiar que a pessoa não quis mais beijos longos, depois de darem o primeiro beijo.
Comigo foi por aí.
Gatinho novo na escola. Todas as meninas ficaram encantadas.
Nunca fui menina de pedir ou deixar que “fizessem lado” pra mim. Se você não consegue ter um papo e chegar sozinha(o), desista! mas enfim, dessa vez, foi assim e acho que deveria ter entendido os sinais.
Quando minha amiga voltou (e ela fez o lado dela nessa também), disse que o infeliz soltou a brincadeirinha infame: “quando eu tiver um horário na agenda, aviso.” Foi o segundo sinal, mas eu como garota popular da escola, não podia deixar essa passar em branco, segui.
Dia do encontro. Algo me fez, na hora que eu encontrei a criatura, desencantar completamente. Ele não era tão fofinho, nem bonito e além de tudo tinha cara de mongo. Help!
Claro que depois disso não tinha como melhorar. E de fato piorou.
Queria poder deletar da minha cabeça aquele momento. Mas computador não estava tão em alta na época.
Foi o beijo mais mal beijado da história.
Pergunta se eu inventei que tinha algo pra fazer e na escola estive mais estudiosa que nunca...
Confesso que me senti idiota quando soube que o príncipe tinha ficado com outras da turma. Mas como a vingança é algo que até se come frio, mas se come, dei muitas risadas conversando com as tais sócias de affair e na moral da história todas concordaram que ele tinha cara de principezinho, mas depois do beijo virou foi um sapo boi.
Definitivamente, beijo ou é bom ou não é. Não tem meio termo.
Estou aqui tentando lembrar o nome da criatura, mas eu simplesmente abstraí isso.
Vai a dica: ¹ Lingua deve encontrar a outra língua, e não ficar em estado de espera dentro da boca. ² Beijo molhado é ótimo, mas não precisa deixar toda sua saliva na boca da outra pessoa. ³ E quando for bom, você saberá, sentirá na outra pessoa a vontade de continuar te beijando. Simples assim.
Agora, vai por mim. Observe os sinais, identifique no alvo características que possam dizer algo como mensagem subliminar... isso pode salvar.
Mas se é você que não confia no próprio taco, ou melhor, beijo, volta a treinar com a laranja que é a melhor coisa - mas não sai beijando por aí. Please!!!


Posted by Nane

Um piriquitinho assanhado

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A pior fase masculina, com certeza, vem com o completar dos dezoito anos. A primeira balada da maioridade vem acompanhada de muita bebida, amigos e curtição. Bom, a curtição é apenas uma tentativa – na maioria frustrada – de pegar geral as mulheres mais velhas. Ok! Todas nós corremos o risco de cometer essa gafe e assim sendo, pegamos um piriquitinho assanhado. Vou confessar, já fiz isso. Vou contar sobre esta decepção.
A festa estava ótima! Eu e minha amiga abalando total dançando e bebendo quando uma nuvem negra aparece no meu céu! Um rapaz – só para constar: muito machista - se aproxima e por mais um acaso do destino, vem acompanhado de um amigo. Os moçoilos são bem bonitinhos, mas parto do princípio: “Vamos ver como é quando abre a boca!”. A conclusão: um com seus vinte e poucos anos, trabalhador e recém saído de um relacionamento conturbado. O outro comemorando seus dezoito anos, sustentado pelos pais e sem experiências provadas. Traduzindo: o primeiro estava querendo sair da fossa enquanto o segundo queria tirar o pipi da conserva.
O mais experiente vem chapado e com piadinhas sobre loiras – mais do que conhecidas e preconceituosas. O menos experiente tenta puxar assunto falando de baladas e o tradicional: eu entrei pra faculdade esse ano! Papo vai, papo vem. Bebida vai, bebida vem – acredite em mim, ela nunca colabora com você. O evidente aconteceu: Kiss. Kiss. Kiss. Beijar é bom, eu gosto e você também, mas dependendo do caso – por favor – fique só nisso!
Tudo ia bem até a hora de dar tchau! O rapaz mais velho levou minha amiga embora e aquela cachorra – amor de amiga, entende? – me deixou sozinha com o piriquitinho assanhado. Leia: HELP ME, PLEASE! Depois de pouca conversa e muitos pedidos de leve-me para casa.. o master da noite apareceu na frase mais broxante que eu poderia ter ouvido naquele momento: “Vou falar pro meu pai que tu vai me levar pra casa”. Oh Jesus, papai está aqui? Não, obrigada! Vá de táxi. Beijo, não me liga! Run Jaque, run!

Oh GOD, save the women!



Posted by Jaque.

Cão que ladra, não morde!


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Ok, “a vida é festa, é alegria”.
Amigo chega na balada, tentando um remember com a amiga.
Papo vai, papo vem... bebida entra, verdade sai!
Parece que nesse momento, ao invés da batida da música, ouço o rufo de tambores.
Amigo solta seu melhor papo: “Ontem peguei aquela gata. Fiz isso e isso. Coitada, ta me ligando. Eu sou o cara”.
Opa, para o mundo que eu quero descer!
Tá certo que propaganda é a alma do negócio e se não fosse isso, eu teria muitos amigos desempregados. Mas contar detalhes sórdidos e íntimos não atrai mulher nenhuma (leia, mulher de verdade).
Das duas uma, ou pau é pau, pedra é pedra e isso só é legal quando a fase é unicamente de curtição e se não for com a amiga, vai com outra - porque tanto faz - ou os “chavecos” estão ultrapassados e eu estou na conserva.



Posted by Nane