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O Livro "Mulheres Confessam" das autoras espanholas Sonsoles Fuertes e Laura Carriôn trata das fantasias femininas, abordadas depois de uma longa pesquisa realizada pela internet (local que as autoras acreditam dar espaço para que se expressem, já que permite o anonimato). Além de saber o que se passa na cabeça de várias mulheres (e acredite, cada fantasia que eu me espantei), psicólogos, médicos especialistas e filosofos comentam pontos chaves dessas relações. Uma leitura bem light que estimula a cabeça e nesse caso, os sentidos - se é que você me entende.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Dica de Leitura
domingo, 23 de agosto de 2009
Ver a vida como eu sempre quis.
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Bom, não vim aqui pra contar essa história – não hoje. Resolvi apenas fazer uma reflexão sobre como aprendi a viver a MINHA vida. Como já expliquei, venho de um caso clássico de: “o que as pessoas vão falar sobre você?”. Desculpe-me a grosseria, mas FODA-SE o que elas pensam! ;)
Muito fácil falar, difícil mesmo é se colocar em primeiro lugar num relacionamento e na vida. Vou escrever o que lutei para conseguir colocar em prática e ser como sou hoje – longe da perfeição, mas melhor do que antes.
Acredito que seja novidade para todos o fato de eu ter sido casada. Sim, estou oficialmente separada há um mês – ele não queria assinar o bendito do papel! No entanto, saí da cidade que morava com ele já faz quase dois anos. Realmente não ficamos muito tempo casados e vai a dica: NUNCA case por estar grávida! NUNCA! Menos ainda por influência dos pais.
Bom, não vim aqui pra contar essa história – não hoje. Resolvi apenas fazer uma reflexão sobre como aprendi a viver a MINHA vida. Como já expliquei, venho de um caso clássico de: “o que as pessoas vão falar sobre você?”. Desculpe-me a grosseria, mas FODA-SE o que elas pensam! ;)
Sempre morei num pequeno bairro de uma cidade de médio porte. E sabe como são as coisas, você está na janela e o resto do bairro já fica sabendo através da sua queridíssima vizinha que não sai da varanda e vive no telefone! Então, meus pais sempre deram muita importância a fama das filhas – não que isso não seja válido, mas proibir não é sinônimo de garantia. Estou aqui como prova disso!
Enfim, anos se passaram e eu fui estudar em outra cidade, foi quando em um ano namorei e engravidei. Consequência disso foi o casamento precoce e a separação antecipada. O que aprendi com isso tudo? Fácil. A vida é muito mais do que um relacionamento duradouro ou não. A vida é muito mais do que o número de pessoas que você pega ou deixar de pegar. A vida vai muito além do muro da sua casa. Tudo isso é muito óbvio, mas deixa de ser na primeira paixonite aguda. Quem nunca deixou de sair para curtir uma festa só porque o namoradinho não queria? Todas nós! Quem nunca brigou com uma amiga/conhecida por um motivo idiota envolvendo um rapaz?
Muito fácil falar, difícil mesmo é se colocar em primeiro lugar num relacionamento e na vida. Vou escrever o que lutei para conseguir colocar em prática e ser como sou hoje – longe da perfeição, mas melhor do que antes.
1. Aprendi a gostar mais de mim.
Homens vão e vem, mas você sempre fica. Não vale a pena viver a vida de outra pessoa. Eu vivo a minha! Viva você a sua e não a dele!
Homens vão e vem, mas você sempre fica. Não vale a pena viver a vida de outra pessoa. Eu vivo a minha! Viva você a sua e não a dele!
2. Aprendi que não sou dona da razão.
Cada pessoa tem a sua opinião e o seu ponto de vista. Não é o mesmo que o meu? Paciência! Cansei de brigar por coisas ridículas. Entenda que você não é a única pessoa do mundo com direito de razão.
Cada pessoa tem a sua opinião e o seu ponto de vista. Não é o mesmo que o meu? Paciência! Cansei de brigar por coisas ridículas. Entenda que você não é a única pessoa do mundo com direito de razão.
3. Aprendi que ciúme excessivo não vale a pena.
É tão lindo um homem nos defender e fazer ceninha. Claro, quando tudo isso não passa dos limites. Assim como ele, você é uma pessoa e não um objeto. Objetos são comprados, pessoas não pertencem às outras. O casal tem que compartilhar momentos e não destruí-los.
É tão lindo um homem nos defender e fazer ceninha. Claro, quando tudo isso não passa dos limites. Assim como ele, você é uma pessoa e não um objeto. Objetos são comprados, pessoas não pertencem às outras. O casal tem que compartilhar momentos e não destruí-los.
4. Aprendi que senso de humor é essencial.
Ninguém gosta de pessoas mal humoradas e não seria diferente com um namorado. Se for para ser eterno que seja um eterno feliz. Sim, seria hipócrita se falasse que beleza não conta, mas ela não é tudo. Todos sabem que quanto mais velhos ficamos, menos sexo praticamos.. Portanto, velho e chato não dá!
Ninguém gosta de pessoas mal humoradas e não seria diferente com um namorado. Se for para ser eterno que seja um eterno feliz. Sim, seria hipócrita se falasse que beleza não conta, mas ela não é tudo. Todos sabem que quanto mais velhos ficamos, menos sexo praticamos.. Portanto, velho e chato não dá!
5. Aprendi que não dá pra conviver com gente teimosa.
Baseado no ícone 2, descobri que não adianta você abrir mão de algumas coisas e a outra pessoa não. Baby, você não tem que ser Jesus para carregar a cruz sozinha!
Baseado no ícone 2, descobri que não adianta você abrir mão de algumas coisas e a outra pessoa não. Baby, você não tem que ser Jesus para carregar a cruz sozinha!
6. Aprendi que não se deve mudar para agradar os outros.
Ninguém é perfeito, isso é fato! E se as pessoas estão no seu círculo de amizades é porque elas gostam de você do jeito que você é. Não dá para mudar de uma hora para outra. Você tem que aprender a conviver com seus defeitos e a minimizá-los para não prejudicá-lo, mas não tente ser uma pessoa que não és para agradar a todos. Nem Cristo agradou, porque você teria que fazê-lo?
Ninguém é perfeito, isso é fato! E se as pessoas estão no seu círculo de amizades é porque elas gostam de você do jeito que você é. Não dá para mudar de uma hora para outra. Você tem que aprender a conviver com seus defeitos e a minimizá-los para não prejudicá-lo, mas não tente ser uma pessoa que não és para agradar a todos. Nem Cristo agradou, porque você teria que fazê-lo?
E mais do que todas essas observações, eu mudei por um motivo muito maior do que todos esses. Uma filha! Não estou fazendo apologia a gravidez juvenil, longe de mim. Mas ter que assumir tamanha responsabilidade me fez crescer e ver que garotos serão eternos garotos até que se prove o contrário – ainda estou esperando o pai da minha filha crescer, e ela já tem dois anos.
Depois desse meu desabafo. Só quero deixar explícita minha vontade de viver o que eu perdi – óbvio que ganhei muito também – e dizer que sofrer é inevitável, mas nem por isso deixo de amar.
sábado, 15 de agosto de 2009
Parabéns... Para nós!!!
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Dia 15 de agosto é oficialmente comemorado o Dia do Solteiro.
Ser solteiro não é apenas uma condição e um status social (aquele que você pode mudar no orkut)... Ser solteiro é um estado de espírito.
Estar solteiro não significa ser avesso ao mundo nem ter horror de tudo que possa lembrar relacionamentos e compromissos.
Se em time que está ganhando, não se mexe - a dica é curtir a solteirisse ou o "ser/estar singular".
Não precisa cair na balada, pegando geral pra comemorar (aliás, isso é uma coisa que me parece mais sinônimo de desespero). Prefira tirar esse dia para ficar com você... sentir o prazer de estar só... Descobrir a delicia que pode ser a própria companhia e entender seus próprios desejos...
Aos solteiros, viva!
Dia 15 de agosto é oficialmente comemorado o Dia do Solteiro.
Ser solteiro não é apenas uma condição e um status social (aquele que você pode mudar no orkut)... Ser solteiro é um estado de espírito.
Estar solteiro não significa ser avesso ao mundo nem ter horror de tudo que possa lembrar relacionamentos e compromissos.
Se em time que está ganhando, não se mexe - a dica é curtir a solteirisse ou o "ser/estar singular".
Não precisa cair na balada, pegando geral pra comemorar (aliás, isso é uma coisa que me parece mais sinônimo de desespero). Prefira tirar esse dia para ficar com você... sentir o prazer de estar só... Descobrir a delicia que pode ser a própria companhia e entender seus próprios desejos...
Aos solteiros, viva!
domingo, 9 de agosto de 2009
Qualidade ou quantidade? Eis a questão.
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Será que essa pergunta tem mesmo uma resposta?
Começo esse post com um assunto que eu estava discutindo com os amigos ontem na balada e como quando a bebida entra, a verdade sai, e eu estava sóbria, lembro de tudo e vou confessar, até os homens pensam mesmo nisso. Espero que até o final, eu consiga expressar todos argumentos que nesse momento rondam a minha cabeça, afinal, eu também quero saber a resposta.
Definitivamente, tudo depende do momento que você vive. Eu já vivi essa coisa de achar que o mundo vai acabar amanhã e assim como os antílopes das savanas, que naturalmente e instintivamente tem tantos parceiros, que podem nem “lembrar” no dia seguinte - tudo isso antes que venha a chuva - eu digo: sei como é essa necessidade.
E sabe o que é o melhor de tudo isso? Aprendi que só passando, podemos entender o que de fato, se passa na cabeça de quem vive isso. E foi aí que eu concluí que nosso cérebro – que é muito mais “inteligente” do que achamos que ele pode ser – nos envia estímulos e junto com a liberação de hormônios, nos libera o desejo, a libido e o ponto chave nessa história – a necessidade de não estarmos sozinhos.
A sensação de solidão assusta alguns – seja por algum trauma de ter sido abandonado, seja por um conflito interior (que muitas vezes você pode não ter consciência ou controle do que naturalmente está sentindo), ou ainda por querer demonstrar que ninguém te controla e que quem guia sua vida é você e de fato você acha que o mundo vai acabar amanhã - e claro, não vai perder a oportunidade de ficar com tantas pessoas quanto conhecer. Ninguém precisa abrir mão da vida só porque preferiu qualidade e vai por mim – qualidade tem muito a ver com um contexto: conteúdo + atração + feeling + química – e reunir isso está tão difícil quanto ganhar na Mega Sena, como diria minha amiga pegadora.
Ao mesmo tempo em que saber que você não precisa acordar com alguém do lado, nem ligar no dia seguinte é bom e expressa liberdade, em algum momento você pode sentir contrário. E aí? Aproveite e viva até onde tudo isso naturalmente levar!
Acho sinceramente, que é legal todo mundo passar por isso na vida. É saudável!
Fica então a minha conclusão: viva a experiência de ser livre e gritar isso aos quatro ventos, mas fique atento para viver o contrário disso também. Nunca se sabe se oportunidades boas, passarão.
Posted by Nane.
Será que essa pergunta tem mesmo uma resposta?
Começo esse post com um assunto que eu estava discutindo com os amigos ontem na balada e como quando a bebida entra, a verdade sai, e eu estava sóbria, lembro de tudo e vou confessar, até os homens pensam mesmo nisso. Espero que até o final, eu consiga expressar todos argumentos que nesse momento rondam a minha cabeça, afinal, eu também quero saber a resposta.
Definitivamente, tudo depende do momento que você vive. Eu já vivi essa coisa de achar que o mundo vai acabar amanhã e assim como os antílopes das savanas, que naturalmente e instintivamente tem tantos parceiros, que podem nem “lembrar” no dia seguinte - tudo isso antes que venha a chuva - eu digo: sei como é essa necessidade.
E sabe o que é o melhor de tudo isso? Aprendi que só passando, podemos entender o que de fato, se passa na cabeça de quem vive isso. E foi aí que eu concluí que nosso cérebro – que é muito mais “inteligente” do que achamos que ele pode ser – nos envia estímulos e junto com a liberação de hormônios, nos libera o desejo, a libido e o ponto chave nessa história – a necessidade de não estarmos sozinhos.
A sensação de solidão assusta alguns – seja por algum trauma de ter sido abandonado, seja por um conflito interior (que muitas vezes você pode não ter consciência ou controle do que naturalmente está sentindo), ou ainda por querer demonstrar que ninguém te controla e que quem guia sua vida é você e de fato você acha que o mundo vai acabar amanhã - e claro, não vai perder a oportunidade de ficar com tantas pessoas quanto conhecer. Ninguém precisa abrir mão da vida só porque preferiu qualidade e vai por mim – qualidade tem muito a ver com um contexto: conteúdo + atração + feeling + química – e reunir isso está tão difícil quanto ganhar na Mega Sena, como diria minha amiga pegadora.
Ao mesmo tempo em que saber que você não precisa acordar com alguém do lado, nem ligar no dia seguinte é bom e expressa liberdade, em algum momento você pode sentir contrário. E aí? Aproveite e viva até onde tudo isso naturalmente levar!
Acho sinceramente, que é legal todo mundo passar por isso na vida. É saudável!
Fica então a minha conclusão: viva a experiência de ser livre e gritar isso aos quatro ventos, mas fique atento para viver o contrário disso também. Nunca se sabe se oportunidades boas, passarão.
Posted by Nane.
domingo, 2 de agosto de 2009
Entre amigas
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Antes de qualquer coisa, preciso pedir desculpas pela minha ausência. Juro, não é proposital, mas essas coisas de cursos e faculdade misturados com o recomeço da minha vida de trabalhadora – leia: escrava - me deixa com pouco tempo livre. E esse mísero tempinho preciso dividir entre tarefas domésticas e festas – claro! Então, sorry!
Para me redimir, pretendo fazer algo muito produtivo por aqui. :)
Como inspiração vou utilizar um livro que estou lendo. O nome é “Entre amigas” e foi escrito por Evelyn Holst e Sabine Reichel. A idéia do livro é mais ou menos a mesma desse blog, no entanto são duas amigas que vivem trocando confidências por e-mail. Bacana! Eu estou adorando e recomendo. Dá pra se divertir e compreender alguns fatos misteriosos da humanidade. Sem mais propagandas... vamos ao trecho inspirador:
“ Olá Silvia,
Ah, sim, o sexo rege o mundo. O meu também, infelizmente. Sabe do que tenho saudade? De emoções exacerbadas, de dor, de corações partidos, de excitação, de ataques de raiva, de mãos suadas, desse ódio quente que nasce quando você ama alguém e se sente descartado, mas não pode fazer mais nada. Sempre amei esses sentimentos que me levam a mim mesma e me reconciliam comigo mesma. E os experimentei também no meu último “grande” amor!
Até mais, Ana.”
O texto do livro é auto-explicativo, portanto não vou me estender sobre o assunto. A intenção era deixar a dica de leitura.
Hoje – tinha que ser domingo – lembrei de um “grande’’ amor que tive. E senti exatamente essas coisas quando descobri que não podia fazer mais nada para evitar que ele fosse embora. E inacreditavelmente, também senti saudade disso hoje. Mulher é um bicho triste mesmo. Sofre, sofre, sofre e sente falta. Como pode uma coisa dessas? A falta que sentimos não é só do homem carne e osso, é da companhia, do sentimento, do momento e do sexo, claro - não sou maníaca sexual, mas fazer sexo é como dirigir: depois que você aprende e pega gosto pela coisa, nunca mais quer andar de ônibus.
Tenho dito.
Posted by Jaque.
Antes de qualquer coisa, preciso pedir desculpas pela minha ausência. Juro, não é proposital, mas essas coisas de cursos e faculdade misturados com o recomeço da minha vida de trabalhadora – leia: escrava - me deixa com pouco tempo livre. E esse mísero tempinho preciso dividir entre tarefas domésticas e festas – claro! Então, sorry!
Para me redimir, pretendo fazer algo muito produtivo por aqui. :)
Como inspiração vou utilizar um livro que estou lendo. O nome é “Entre amigas” e foi escrito por Evelyn Holst e Sabine Reichel. A idéia do livro é mais ou menos a mesma desse blog, no entanto são duas amigas que vivem trocando confidências por e-mail. Bacana! Eu estou adorando e recomendo. Dá pra se divertir e compreender alguns fatos misteriosos da humanidade. Sem mais propagandas... vamos ao trecho inspirador:
“ Olá Silvia,
Ah, sim, o sexo rege o mundo. O meu também, infelizmente. Sabe do que tenho saudade? De emoções exacerbadas, de dor, de corações partidos, de excitação, de ataques de raiva, de mãos suadas, desse ódio quente que nasce quando você ama alguém e se sente descartado, mas não pode fazer mais nada. Sempre amei esses sentimentos que me levam a mim mesma e me reconciliam comigo mesma. E os experimentei também no meu último “grande” amor!
Até mais, Ana.”
O texto do livro é auto-explicativo, portanto não vou me estender sobre o assunto. A intenção era deixar a dica de leitura.
Hoje – tinha que ser domingo – lembrei de um “grande’’ amor que tive. E senti exatamente essas coisas quando descobri que não podia fazer mais nada para evitar que ele fosse embora. E inacreditavelmente, também senti saudade disso hoje. Mulher é um bicho triste mesmo. Sofre, sofre, sofre e sente falta. Como pode uma coisa dessas? A falta que sentimos não é só do homem carne e osso, é da companhia, do sentimento, do momento e do sexo, claro - não sou maníaca sexual, mas fazer sexo é como dirigir: depois que você aprende e pega gosto pela coisa, nunca mais quer andar de ônibus.
Tenho dito.
Posted by Jaque.
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