quarta-feira, 29 de julho de 2009

Filosofando

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“O anel que tu me destes era vidro e se quebrou…”
Não, agora o anel não é mais de vidro, nem há anel, pois ele simboliza compromisso. E esse amor pós-moderno e líquido é avesso à estabilidade e compromissos.

(Pensamento por Zygmunt Bauman, autor do livro - O Amor Líquido)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Como surpreender!

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Que uma relação precisa de momentos de inovação para não cair na rotina, isso é óbvio. E vamos combinar que sempre dá pra inovar. Ninguém precisa montar um espetáculo Moulin Rouge para provar isso, mas as vezes, uma simples langerie mais ousada, dá conta do recado. E vamos combinar que se não causar uma primeira boa impressão, dificilmente conseguirá recuperar isso. Mas tudo bem, isso é assunto para outro post.
Mas vamos lá, existem coisas simples, e de tão simples, algumas pessoas deixam de lado. A inspiração veio de uma matéria curtinha que o Terra publicou (e eu resolvi comentar cada um dos tópicos porque sinceramente, essas dicas de sites e revistas são muito vagos e sucintos), intitulada “10 dicas incendiárias”.

Ok, não tem nada de incendiária, são muito simples e bobinhas na verdade. A dica fica mesmo para quem não pensou ou não colocou essas “bobagens” em pratica ainda. Hey, Let’s Go!


Enjoy!


1. Deixar os filhos com alguém para ter a casa só para os dois e namorar à vontade (ou se você não os tem, apenas certifique-se de estar sozinha). Explore todos os cômodos, a cama deve ser a última opção;

Eu acho que esse poderia ser o tópico final, mas vamos lá. Sim, a menos que você more numa casa com um único cômodo, vale ousar e fazer um tour. Além de descontrair e deixar o momento mais divertido, pode torná-lo único. Comece com as carícias enquanto estão jantando, brincadeirinhas em baixo da mesa, podem ser ótimas provocações. Ajude com a louça, e deixe claro que ali começa o segundo round. Vá para o banho acompanhado e bom, o resto, é só deixar fluir... você sabe.

2. Deixar a vergonha de lado e conversar sobre sexo com mais freqüência;

Uma coisa eu aprendi – conversar sobre sexo, o que você e o parceiro curtem, o que poderiam fazer para dar uma animada na noite ou melhor ainda, trocar idéias sobre como seria uma relação legal, planejar o que e como fazer... não dói, não arranca pedaço e pode ser incrivelmente excitante e afrodisíaco.

3. Cuidar do corpo, pois se a mulher está feliz consigo, ela se sente segura e poderosa para ousar na cama;

Alguma dúvida disso? É que nem o cara que sabe que “seu amigo” é pequeno. Não rola se a cabeça não coordenar. É a mesma coisa que tentar fazer uma gordinha se sentir sexy – ela vai se sentir tudo – feia, estranha... mas não sexy. Ah, e vamos lembrar aqui da parte mais importante: cuidar do corpo é também usar um bom hidratante depois do banho, visitar sua manicure e depiladora com freqüência e cuidar de sua higiene básica e intima.

4. Buscar informações e novidades para apimentar a transa. Pode ser um livro erótico para ser lido a dois ou filme para servir de inspiração;

É, tem uma historinha que diz que toda mulher gosta de um filme, por mais muitas neguem. Não precisamos pensar como homens e ver filmes que homens “agüentariam”, mas algo só para apimentar ou dar dicas praticáveis, são ótimos!

5. Varie as posições sexuais. O papai-e-mamãe é infalível, mas experimentar outras pode trazer um prazer jamais sentido até então;

Absolutamente. Não se prenda a nomes de posições. Apenas inove. Certas posições podem proporcionar prazeres inesquecíveis. Certas posições proporcionam prazer pela cabeça... como isso? Aquela posição que você simplesmente curte ou por saber que é diferente, ou por saber o prazer que ela pode te dar! Escolha uma e tenha ela como um coringa. E deixe-a pros momentos finais, ou fatais. Sempre dá certo.

6. O orgasmo não deve ser visto como objetivo final. Curta o corpo do parceiro, toque-o, massagei-o. O clímax vai chegar e será nada mais do que a conseqüência das preliminares;

O Tantrismo explica bem isso. O prazer está mais em curtir e aproveitar os momentos do que o “ato final” em si. Curta o que está acontecendo. Acaricie, beije, dê mordidinhas de leve enquanto sua boca percorre o corpo do parceiro. A pressa pode ser inimiga nessa hora. Curta, afinal, você não sabe quando terá tempo de fazer esse carinho com calma numa próxima vez. (Boca e língua podem ser enlouquecedores, e dá muito certo se começar no pescoço, perto da orelha).

7. Técnicas novas surpreendem o parceiro. Para não cair no ridículo, adapte-as a sua realidade e grau de timidez. O pompoarismo colabora com a conscientização corporal, o striptease provoca o parceiro por meio da visão e a massagem erótica estimula as zonas erógenas;

Ai, ai. Nem preciso comentar essa né?

8. Mostrar a ele como gosta de ser tocada. O parceiro não tem a obrigação de saber o que dá mais prazer à mulher. Guie-o;

Essa é muito importante! Faça uma cartilha se for preciso, mas saiba que dizer para o parceiro como gosta de ser tocada é super importante e passará uma confiança extra. Falar nesse momento é sensacional. Diga o quanto é bom, ou se estiver tão bom e não conseguir, sussurre isso. Outra dica é guiar sua mão, indicando como é bom, e o que é gostoso.

9. Surpreender o homem é sempre excitante para ele. Espere-o em casa com uma bela maquiagem, roupa sexy e um jantar surpresa;

Surpresinhas são sempre bem vindas, e somam pontos. Oh God! Por que não tornar uma noite que poderia ser simples, agradável e inesquecível? Aqui vale a dica de uma langerie que você não usaria habitualmente, uma cor mais ousada, acessórios... Se a idéia é surpreender, faça um pacote completo, e bem feito!

10. Acrescente diversão ao sexo. Busque brinquedinhos eróticos, como géis que esquentam ou esfriam, estimuladores de clitóris ou esponjas vibratórias para o banho a dois.

Pronto. Você deve estar pensando que se sente constrangida para ir atrás de alguma coisa em alguma sexy shop? Primeiro que não tem nada de constrangedor e pode ser incrivelmente interessante. Claro, lá as novidades são atualizadas freqüentemente e tem coisa que você nunca imaginaria encontrar, ou não imaginaria ser possível ter prazer com aquilo. Agora, se mesmo assim, a vergonha tomar conta (be a woman – junte as amigas e aproveite) tente técnicas mais comuns como o famoso halls preto, preservativos hot e essas coisas básicas que qualquer pessoa tem acesso e surpreenda.



Posted by Nane.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Rapidinha

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Meninas e claro, meninos também.
Fica a dica desses dois vídeos.
Uma reportagem feita por Marcelo Tas, sobre o universo do corpo e prazeres femininos

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/o-mapa-da-mina/

Enjoy!!!

domingo, 19 de julho de 2009

Sexo, amor e traição.

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A frase tão conhecida e clichê não poderia ser mais útil nesse texto. Não exatamente nessa ordem, mas a ordem dos fatores não altera o produto deste caso – que foi bem triste, por sinal. Diferentemente dos demais casos, nesse eu não passei por cima de tudo tão facilmente. Levei patadas e chifradas, mas – pelo menos – fique, mais ou menos, vacinada.


Não chamo de amor, porque tenho por princípio de que amor só acontece uma vez na vida. No entanto e na época, achava que seria o amor da minha vida – sempre acho que gosto do atual mais do que o antigo, enfim...


Conheci o rapaz enquanto ainda estava no ensino médio – típico se apaixonar nessa idade – ele já estava na faculdade e era amigo da minha melhor amiga fora da sala de aula. Foi num final de semana em que dormi na casa dela que o conheci – pelo msn, é verdade – mas o encontro aconteceu já no dia seguinte, no shopping – só para variar. Ele era incrivelmente encantador, aqueles olhos azuis junto com os cabelos loiros e cacheados logo me fizeram associá-lo ao anjinho da guarda que eu estava procurando.


Encontros depois, almoços juntos, intervalos de aula com a sua presença – afinal, eu fazia o ensino médio no espaço físico da faculdade dele (isso existe aqui) - e ele já era mais que um vício pra mim. Sua presença era essencial e eu me sentia – é verdade – muito sozinha sem ele. Foi então que eu cai na velha cilada da jovem garota que faz tudo o que o namorado mais velho quer.


Meses de namoro escondido se passaram até que eu a o apresentei à minha família num dia de encontro – aquela reunião de família no dia dos pais, mães, natal e afins. Esse era específico de dia dos pais e a família inteira – quando digo inteira, acredite – o conheceu. Toda aquela provação familiar foi tirada de letra e não tive mais dúvidas de que ele realmente era pra mim e eu era para ele – doce ilusão.


Deixando os detalhes de lado, a minha grande noite aconteceu. E sabe como é quando se pega o gosto pela coisa, né. Até aí eu já tinha o amor e o sexo. Pra mim estava tudo de bom tamanho e não precisava de mais nada. Foi então que me encontrei com a traição – e duas vezes.


A primeira – semi-perdoada – já me deixou bastante fula da vida. Só que essa experiência não me fez abrir os olhos e, menos ainda, não me deixou imune a segunda. Descoberta a segunda traição, tomei meu amor próprio de volta e mandei o cara procurar outra trouxa.


Como todo fim de relacionamento, queria ser um avestruz para poder enfiar minha cara num buraco e não tirar mais. No entanto, a vida sempre segue e não te espera para lamentar os idiotas perdidos. Lamente-os – faz parte -, mas não perca muito tempo com isso. Eles, com certeza, também não o farão.



Posted by Jaque.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Quando fizer, apenas faça bem feito

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Sou super adepta da depilação. Acho que mulher que se cuida é mais do que feminina. Aquela coisa de não lembrar só quando vai colocar um vestido ou quando vai ter um encontro “romântico”. Acho que mulher deve estar depilada sempre. E toda. Se é que você me entende (é, eu curto).
Esses dias, fazendo a minha depilação semanal, lembrei de uma história e preciso deixar como DICA aqui para os homens aventureiros.
É, outra coisa que eu gosto é conversar... trocar idéias, planejar tudinho.
Um belo dia – pelo menos até eu ter a estúpida idéia – comentei com o gatinho da vez que curtia rapazes que se depilavam também. Homens – isso além de mais higiênico, dá a impressão de que o amigo é maior – Pura ilusão de ótica, mas vale a pena, vai por mim.
Foi quando na próxima vez que me encontrou, o gato, agora metido a metrossexual, resolveu soltar os cachorros. Resumindo porque até eu me poupo de escrever tudo.
Ele foi tentar me fazer um agrado, e adivinhem só? Se cortou todo com a lâmina de barbear.
Amigo, deixa eu tentar te ajudar lembrando só de uma coisa, se é que você não conseguiu pensar nisso sozinho – A região e a pele do seu saco (haja saco e paciência para ter que dar uma de sua mãe e explicar isso) é muito sensível. Ao contrário da sua cara de pau, que quando você se barbeia, usa mesmo a lâmina, prefira um barbeador elétrico que não vai te cortar, já que apesar de ser tão macho, você não toleraria uma cera quente, coisa que nós fazemos até sozinhas em casa.
Isso só me fez entender uma coisa. Seja sutil contando algo para alguém nesse nível. O cara pode fazer mesmo e colocar a culpa por não ter cabeça (a de cima) para pensar e mais uma vez querer conquistar tudo com a de baixo.
Pelo menos depois dessa o cara saiu lucrando. Dei um barbeador para ele de presente.

Posted By Nane.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Um príncipe de trinta e cinco anos.

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Contos de fada remetem a ilusões e a jovens casais apaixonados que viveram felizes para sempre. Sem amor eterno, sem ilusões e sem final tão feliz, vivi um quase conto de fadas. No entanto, meu príncipe não tinha vinte anos – essa idade é muito comum nos livros infantis - meu admirado já tinha trinta e cinco.

Venho falar dos benefícios que tive ao ter um homem ao invés de um garoto na minha vida - se você tiver essa chance, não a perca. Por favor! Todas nós sabemos que os garotos possuem uma pequena – reparem em como sou boazinha – deficiência quanto ao amadurecimento. Anos a sua frente, as mulheres não agüentam mais papos sobre vídeo-games, mulheres peladas, motos ou qualquer outro assunto pertinente nas cabeças dessas crianças grandes. Homens maduros também podem falar desses assuntos – afinal homem é homem – mas a maneira como o abordam e a inteligência como o fazem já são bem mais aparentes. Obs.: há exceções em todos os lugares, se o seu homem maduro continuar falando abobrinhas, caia fora! Se até agora não o fez, não vai crescer nunca mais.

Vantagens a parte, vou simplificar minha história. Cidades diferentes, mas trabalhávamos juntos. Primeiro encontro e lá estava a atração – ui ui ui. Semanas se passaram e o primeiro convite foi feito – já dá ver a diferença – um jantar num restaurante japonês – uma das minhas paixões. Obs.: fale apenas uma vez do que gosta para o pirralho, dificilmente ele lembrará. Aqui está o amadurecimento: observação e memória. Muitas saídas depois mudei de emprego. E automaticamente os encontros diminuíram – horários diferentes, sabe – e por evidência, o apego terminou – o melhor de todos, confesso que faz falta. Mas como toda história traz aprendizado, vou destacar algumas coisas que aprendi com Homens - de H.

A experiência é a base de tudo. Olhe ao seu redor e perceberás que ela é importante no trabalho, na psicologia, na cama e não seria diferente nos relacionamentos. Pequenos detalhes fazem toda a diferença no dia-a-dia e nos momentos íntimos. O cavalheirismo – não vejo mais isso – é ponto forte. Abrir a porta, um convite inesperado para almoçar, ir ao cinema, receber flores ...Tudo tão simples e tão difícil para esses novatos. O romantismo é necessário, mas parece tão retrógrado que não é posto em prática – que pena! Feliz era minha mãe. Por falta de carinho não ia morrer. Não vejo mais demonstrações de afeto, só beijos de língua em praça pública junto com mãos abobadas e sem controle ou então aquela pegação escancarada na balada, como se fosse um pré-sexo – e é isso na verdade, mas enfim ... Cenas de ciúmes são tão raras que dá até gosto de sair de casa, diferentemente desses namoradinhos que achamos por aí e ficam se fazendo de machões e entram no típico episódio “a mulher é minha, mané!”. Lindo, quando se tem quinze anos e/ou quando não há pretensão de curtir o evento/momento, porque briga é sinônimo de saída forçada. Obs.: proteção é uma coisa, mas partir pra palhaçada é outra completamente diferente. Ai essa infantilidade que me mata. Sobre o sexo prefiro nem comentar, deixo o recado: o céu não é o limite!

São tantas vantagens que encontrei nesse período e ainda não numerei – sinto não ter tempo suficiente para isso. No entanto, sei que as citadas já são suficientes para entender que a cabeça de cima tem que funcionar melhor que a cabeça de baixo. Porque a lógica é simples: quem dá paixão recebe paixão; quem dá carinho recebe carinho. E quem dá um chifre recebe dois - se não forem nossos, serão de outras.



Posted by Jaque.

domingo, 12 de julho de 2009

Relacionamentos: por um homem - para mulheres!

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Recebi esse texto, por e-mail, de um amigo leitor que acompanha o blog. Vale a dica, afinal. é sempre bom nós (mulheres) sabermos o que eles pensam.
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O que aprendi nesses anos todos sobre sexo, mulheres e relacionamentos?
Uma coisa é certa: sei menos do que acho que deveria saber. Ainda assim, desde a mais tenra idade, quando tinha vergonha de estar abraçado com uma garota e deixar que ela sentisse “alguma coisa” acontecendo abaixo da linha da cintura – até minhas mais recentes experiências, acumulei algum conhecimento valioso.
Pois bem, inspirado pelo que ando lendo e ouvindo (nada a declarar sobre fazendo), vou tentar fazer uma compilação das coisas que aprendi, que acredito e que suponho.

A grande maioria das “lições” me parece elementar, básica mesmo. Mas me surpreendo diariamente com a falta de noção a respeito delas ao meu redor.

1) Ansiedade fode tudo: mesmo. Ela faz você não pensar direito, e meter os pés pelas mãos. Faz você não querer esperar. Faz você perseguir – atormentar - uma garota como se ela fosse a sua última esperança de felicidade na vida. Faz você retomar relacionamentos que já deveriam ter acabado. Faz você broxar, ou gozar em dois segundos. Te deixa sem segurança e auto-confiança. Faz você confundir tesão com amor, admiração com paixonite, bem-querer com amizade colorida e todas as variáveis possíveis. Resumindo, faz você perder o [mínimo de] controle que deveria ter sobre a situação. Se não está tranqüilo, pelo amor de Deus, finja que está.

2) Você NUNCA vai saber o quanto é, ou se é bom: você é bom de cama? Você sabe mesmo agradar / satisfazer uma mulher? Ela prefere outro(s) a você? Vosso membro é de proporções satisfatórias? As chances de ter uma resposta confiável para estas questões são ínfimas, especialmente se você perguntar de forma direta. Seria porque as mulheres são seres falsos e manipuladores? Não, não, não. Acontece que elas são da mesma espécie que você, e você faria o mesmo no lugar delas. Claro que ela querer sair com você de novo sempre é um sinal favorável. Mas aceite que ela poderá fazer todo tipo de comentário ao seu respeito com as amigas, comentários os quais – se você tiver sorte – não tomará conhecimento. Sua única chance de ter alguma noção é pescar as observações oferecidas espontaneamente, de forma regular e por pessoas diferentes.


3) Sinceridade não falha: esta capacidade depende de bom senso, de feeling. Elogiar os olhos, a boca, os cabelos ou a roupa é legal, mas dito da forma ou no momento errado existe o imenso risco de soar clichê, cafona ou pior, conversa-mole-pra-comer. Da mesma forma há um momento certo pra chamá-la de gostosa, tesuda, deliciosa e derivados onde o resultado será um sorriso tímido ou um tapinha no braço (tipo ai seu bobo), ao invés de uma cara de nojo ou um tapaço na cara. E TEM que falar essas coisas. Achar que mulher se ofende com isso é o fim do mundo. Pra mim o melhor momento para dizer é aquele em que você sente a frase querer sair da sua boca, porque é exatamente o que você está pensando / sentindo naquele momento. Em suma: elogios - de “fofinha” a “tesuda do caralho” – serão bons se forem sinceros, espontâneos e com timming adequado.

4) Mulher não quer tudo o que ela acha que quer: o Dr. Love explica isso com maestria, como de hábito. Paparicar uma mulher constantemente, fazer tudo o que ela te pede, encher ela de flores e e-mails e sms’s, viver agarradinho e estar sempre disponível é a receita perfeita... para o fracasso. Esse tipo de coisa tem que ser dosada e ponderada, só assim tem valor. Sempre haverá contradição: ela quer um cara independente, que tenha sua própria vida, mas vai reclamar se você ficar alguns dias sem entrar em contato, vai achar ruim que você não respondeu o e–mail, mas vai te deixar esperando também porque... bom, porque ela pode.


5) Cavalheirismo: não dar tudo o que ela quer não significa, nem de longe, tratar mal. Puxar a cadeira para a donzela sentar ou abrir a porta do carro são hábitos muito difíceis para nós, seres comuns, mantermos a longo prazo. Elas amam os detalhes, e cuidar deles é importante. Mas creio que ser educado, compreensivo e dar atenção ao conforto e bem estar da moça serve muito bem como regra geral para se acertar a grande maioria das vezes. Exemplificando, uma regra que tenho como fundamental é a ligação / e-mail / sms do dia seguinte. Não custa nada dar um retorno, mostrar que lembrou e apreciou a companhia da pessoa. Não importa se gamou ou não, se quer casar, transformar a coisa em sexo regular ou nem sabe se quer um replay. Mostre que se importa.

6) Be a man: é o contraponto do item anterior. Citando mais uma vez o sábio: ‘honre seus testículos’. Mostrar-se decidido, seguro, independente, firme nas resoluções, disposto a conduzir. Não fazer mimimi. Não abrir mão dos seus princípios por medo de ser rejeitado. Mulher não diz que quer essas coisas com todas as letras. Mas quer. Não tem que esperar ela pedir. Se tem que esperar ela falar, avisar ou mandar... tá tudo errado, véi! Hoje prefiro correr o risco de passar por grosseiro por querer impor alguma coisa do que vir com “ahm... er... não sei.. você acha que... talvez... bom, a não ser que você não... e aí?” Outra coisa que pra mim tem a ver com being a man é:

7) Game over, melhor sorte da próxima vez: já viu cara cobrar de uma guria com quem ficou por que ela nunca mais deu retorno, não ligou mais, não reponde no MSN? Ou pior: cobrar por que ela ficou com outro cara? Eu já. Eu já FIZ isso. Mulher também faz isso, claro, mas um cara fazendo... é triste demais. Quando uma garota não te quer, ou não quer mais, você VAI saber. A questão é ter a hombridade de aceitar os sinais óbvios e partir pra outra. Pra exemplificar: convido pra sair. Se ela disser que não pode ou cancela o encontro, dou o benefício da dúvida (vai que ela queria mas não pôde mesmo). Convido uma segunda vez. Recusou de novo, deu um problema, morreu a avó? Ok, se quiseres fazer alguma coisa outro dia você me chama. E tem boa chance de eu recusar, até porque não vou estar aqui sentado esperando.

8) Ah, um trouxa pra me bajular! Se não gostas de se passar por idiota, tem que tomar cuidado. Algumas pessoas gostam de dar trela, de provocar seu interesse por elas. Fazem o possível para parecer interessadas em você, mas no fundo não estão. Podem fazer isso por vários motivos. Carência, baixa auto-estima, interesses escusos... enfim. Inevitavelmente você acaba precisando tomar uma atitude, que pode ser: a) chegar intimando (“e aí, vai cagar ou sair da moita?”) ou b) dar um gelo (“vamos ver se ela quer meeeesmo”). Se a coisa demora ou não se resolve, não tem jeito, aí é o caso do item 7.

9) ‘Não’ quer dizer ‘talvez’, ‘talvez’ quer dizer ‘sim’,: óbvio que não se trata de uma regra absoluta, mais uma vez o feeling é fundamental. Uma mulher pode te dizer “não” querendo realmente te dizer não, mas esta é apenas UMA das possibilidades. Acredito muito mais nas semelhanças do que nas diferenças entre os sexos, mas essa é difícil discutir: nós somos mais objetivos e diretos; elas são mais subjetivas e sutis. Perdi várias oportunidades interessantes na vida por ter achado que, ao ouvir um “não”, deveria parar absolutamente qualquer coisa que estivesse fazendo. Pitoco. Só hoje compreendo os sinais que davam aos “nãos” um fortíssimo aroma de “sim”, ou melhor traduzido do mulherês: “ah, por que você não continua tentando? Eu gosto disso. Se você insistir, me mostrar que quer mesmo e se eu resolver que você é um cara legal, mais cedo ou mais tarde eu vou ceder”. Ignorar isso é pensar curto, é não compreender nem apreciar o jogo.



Posted by Nane.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Um franguinho que se acha.

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Confesso que fico impressionada com os homens. Sinceramente, achei que eles não pudessem mais me deixar tão pasma quanto fiquei hoje. Deixe-me explicar. Estava numa relação – se é que posso chamar de relação – aberta. Bem na verdade, não era relação nenhuma, eu e meu franguinho convencido ficamos algumas vezes e, mais do que isso, chegamos aos finalmentes um par de vezes também.

Hoje estávamos conversando quando o ser resolveu ficar em estado de “aparecer offline” no MSN para discutir o assunto: nós. Bom, pra mim isso não era assunto afinal nunca fomos nós... Sempre fomos eu e ele – cada um no seu quadrado. Enfim.. veio com aquele típico papo não quero namorar, sou novo ainda, quero curtir e foi quando soltou a frase mestre: não quero te iludir – Hey baby, aqui não! (Obs: Nunca comentei desse apego, não achei necessário. No entanto preciso dizer que ele é galinha – um galinha bem lindo, mas galinha - e nunca pensei em namorar. Porque ser corna antes do namoro, não dá né. Santa Ignorância!)


Voltando a parte da ilusão. Não me contive e respondi a altura dizendo que ele só poderia estar brincando quando achou que eu iria me iludir – sem sentimento, franguinho! Sempre soube o que éramos um ao outro, uma F.G. – foda garantida, como diz meu amigo. (Obs.: Milhões de desculpas pelo termo utilizado, mas não nego a realidade.) E diante desta realidade nunca me iludi e nunca criei falsas esperanças – não tenho esse hábito.


Minha indignação não é o fato dele ter tocado no assunto, mas a capacidade – isso é mal de homem – de achar que todas as mulheres irão se apaixonar por ele – francamente! Apego é apego e sempre vem outro para ocupar o lugar. Não foi o primeiro e nem será o último! Amém.


E minha conclusão aqui é: homem é tudo igual, só muda de endereço. Sejam eles novos, velhos, solteiros ou casados, eles sempre querem sair por cima insinuando que estamos apaixonadas e que vamos morrer por isso - por eles. Tenha santa paciência! Se o mel é tanto, vai procurar tua colméia, lindinho. Porque nessa aqui a rainha sou eu!


Posted by Jaque.

terça-feira, 7 de julho de 2009

"Mentiras sinceras, interessam..."

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Vinho, um dia frio e chuvoso. Passando por outros blogs e sabendo o que poderia virar assunto aqui, achei um posto do AOE e com ele, lembrei de um papo que tive recentemente sobre o assunto. A Bel é muito esperta e soltou uma que deixou os amigos homens realmente preocupados. E isso claro, serviu de inspiração.
Numa lista de “39 coisas que as garotas pensas”, essa se sobressai:

"- Você não é tão bom no sexo oral quanto a gente diz ser. Sabe, as vezes mentimos sobre isso só prá ver sua carinha de feliz ao se achar O DEUS DO SEXO ORAL."

Não vou comentar esse post porque isso muita gente já fez. Mas me lembrei de algo tão importante quanto a gente “soltar a mentirinha só pra ver o cara se sentindo o máximo”.

Quem aqui vez ou outra já não fingiu chegar ao orgasmo e de fato, não chegou?

Seja pela falta de intimidade, por ser a primeira vez com o cara, ou simplesmente porque “chegar lá” durante a relação é realmente um pouco mais difícil para as mulheres, ou ainda porque o cara achou que estava brincando no Playcenter e não fazendo sexo oral... a questão é que os homens passaram a se preocupar se são os Deuses do sexo oral, mas acho que não pararam pra pensar que algumas das mulheres com quem já saíram podem ter fingido chegar lá. Sei que não é legal fingir, mas cada um é cada um e quando não se tem intimidade, as mulheres ficam mesmo sem graça em dizer que não gozaram.
Bom, eu fingi ser a minha primeira vez, quando na verdade já tinha sido (claro, só pra ver a carinha de feliz do namorado), então sou suspeita para falar. Mas é claro que aos poucos, quando a intimidade vai aumentando, a gente vai fazendo com que o parceiro entenda do que a gente gosta… aí sim, é tudo de bom de verdade!
Se isso de fato acontecer, o que pode ser normal, se pensarmos mesmo na falta de intimidade de uma casal na sua primeira vez – e dizem que a segunda é ainda melhor – vale ir explicando para o parceiro como você gosta e o que realmente te levaria as alturas, afinal, quando há um entrosamento legal com o cara, e as preliminares são “bem feitas” da pra gozar várias vezes.
Eu já ouvi falar de vários truquezinhos que ajudam... Garotas, já pensaram em piercings íntimos? Oh My God! Isso deixa a área intima mais sensível o que ajudaria e muito o prazer... ou então ir narrando pro garoto como é bom e que assim você gosta... Enjoy
Uma coisa é absolutamente certa: -Isso é bom e todo mundo gosta!

Meninas e vocês, já tiveram que passar por alguma situação assim só para o garoto não pensar que de fato tinha alguma coisa errada no que ele fez?

Beijinhos


Posted by Nane.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

“Coração para que se apaixonou ...”

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Questionada pela nossa querida leitora Liana sobre o que fazer após se apegar, resolvi fazer uma reflexão que, por sua vez, será auxiliada pela – antiga, mas verídica – canção Coração do grupo Rapazolla, junto com uma panela recheada de brigadeiro acompanhada da tradicional coca-cola.


Se o coração fosse tão inteligente quanto nós, não sairia por aí se apaixonando pelo seu melhor amigo – apenas um exemplo da nossa carência. Carência essa que não nos permite ser imunes a paixonites agudas e avassaladoras. O problema não está em se apaixonar – afinal não somos monstros e possuímos sentimentos -, o problema está em por quem você se apaixona – neste texto, ou um canalha insensível ou apenas sem retorno sentimental- e como você sai dessa cilada.


Não há como evitar – seria tão mais fácil – e, pior que isso, não há receita certa para se livrar desse mal – sinto dizer. Às vezes – vamos pensar positivo – a paixão logo passa ao se perceber que não será possível efetivá-la. No entanto – e mais comum do que deveria ser – ela continua lá, fazendo com que você acorde e pense no ser que tomou conta de, pelo menos, dez horas do seu dia – porque eu sou boazinha. Claro, fora todas as espiadas no Orkut dele e pensamentos mirabolantes sobre as tais ‘amigas’. E mais do que isso, é nesse momento que você pode descobrir que não é a única apaixonada por ele. Aí parece que a fossa chegou e tudo está perdido.


Chega dessa vida! O admirável aqui é se colocar na frente dele – amiga, você é trilhões de vezes mais importante. Não pare sua vida por causa disso, amores e desamores sempre estarão presentes na sua vida – é inevitável –, mas cabe a você decidir o que realmente é essencial. Parar de viver a sua vida para viver a vida dele – acreditem -, não dá certo e nunca vai dar! Acredite no seu potencial. Existe um mundo inteiro girando ao seu redor e se ele não é o cara certo, continue procurando. Não feche seus olhos para este mundo – normalmente fazemos isso e sem explicação óbvia! -, vá se divertir, arrume-se, saia com as amigas e jamais esqueça: o homem que não te quer, não merece nada! Nem uma lágrima.



Posted by Jaque.

domingo, 5 de julho de 2009

Rapidinha

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Pegue, mas não se apegue!
A frase deveria ser seguida com mais freqüência, mas é inacreditável a capacidade feminina de se apegar tão facilmente a um homem. Carência, carinho a mais, amizade colorida, repetição, desejo de ter alguém, os motivos são muitos e o resultado – normalmente – é o mesmo. Decepção!
Comum para nós, tão difícil para eles. Raros são os homens que queiram assumir um compromisso sério nessa modernidade. A moda agora é ficar, usar e trocar. Um eterno rodízio que aceitamos suportar na esperança de encontrar alguém para chamar de namorado.
Fases são fases e não são discutíveis. Viva cada uma delas com a maior intensidade que puder. E - sinto dizer – aprenda com eles: se não tem piedade conosco, piedade eles terão na igreja. E só!

Latinha de Coca

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Tamanho é documento e vamos combinar que relação “fino e pequeno”, não dá.
Lendo post da Jaque, o lápis sem cor, lembrei de uma história – muito boa!
Tenho uma teoria que pelo menos até hoje, não caiu por terra. Tô pesquisando ela e um dia eu posto tudo aqui, mas basicamente se trata de observar muito bem o alvo antes de chegar a qualquer situação de “pré-consumação” do fato.
Um dia, papo vai - papo vem, cineminha, house, calor, massagem, calor... Poupando os detalhes, eis que chega a hora da “constatação”.
Sinceramente? Corri!
Disse que tava com sono, cansada, ainda tinha que dirigir até em casa e não ia rolar.
Quer saber? Nada de cansada, nem nada de sono. Tava acordadissima!
Sabe uma latinha de refrigerante? Pois é...
Dizem que a gente tem medo do desconhecido. Eu tinha. Tenho.
Mas como sou curiosa, tive que ceder a um próximo encontro, só pra saber qual seria.
E foi.
É... não foi grandes coisas, apesar de realmente ser grande e avantajado – vai lá, pega uma latinha e segura pra ver. Mas isso serviu pra matar minha curiosidade, claro, e para eu comprovar duas coisas: tamanho é documento sim! (e além de tudo é bom aos olhos), e de nada adianta se diferenciar do “mercado” e não saber ser o diferencial na hora do “vamos-ver”.
Acreditem ou não, foi normal (ou até abaixo da média, eu diria).
Claro, minha cabeça tinham estrelinhas mágicas pensando na novidade, mas do ato em si eu esperava mais.
Isso prova que tamanho é documento sim, porque a título de comparação, sei o que é pequeno também (e deixo isso para outro post), mas ao mesmo tempo, nada adianta se não tiver pegada.
Não precisa ter decorado o livro do Kama Sutra, alias, nós precisamos bem menos que isso pra dizer que foi legal, então apenas faça o mínimo pra ser bom.
E se você tem um diferencial, como uma latinha de coca-cola, saiba que é justamente por isso que elas esperam mais. É natural.
Bom, e depois desse trauma, eu passei a preferir coca-cola em garrafa de 600ml. Rá!


Posted by Nane.

Sem cor, na verdade!

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Dizem que tamanho não é documento. E se isso não for o documento, aposto que a espessura é sim! Se o homem repara em cada detalhe não vejo motivos para que as mulheres não façam o mesmo. Já ouvi histórias horrorosas – lembrem-me de contá-las depois – sobre momentos constrangedores e até ridículos sobre a hora H.
Preciso contar a história do bofe que tinha tudo pra ser ideal, porém um “detalhe” fez com que o castelo desmoronasse e o príncipe se transformasse num sapo. (Obs.: Não adianta! Se a coisa não é bem feita, não há santo que salve.) Então vamos ao fato.
Loiro, bonito, querido, olhos claros, pagava as contas – não que seja essencial, mas é bonitinho – e até levava pra casa. Pronto! Estava aí a coisinha mais fofinha que eu poderia ter encontrado nessa cidade, certo? Errado! Quando dizem que as aparências enganam, acreditem! Ele tinha que ter um defeito, caso contrário não seria humano – mas poderia ser qualquer um, menos esse!
Final de noite e o inevitável estava pra acontecer. Beijos, abraços e cafunés depois estávamos no vamos ver quando – realmente – eu vi! God, what a fu** was that?? Ok. Respira fundo amiga, respira! Toda a minha vontade tinha desaparecido, mas não podia ir embora – seria pior pra mim! - então fiquei por lá pra continuar o social. Traduzindo: eu estava diante de um lápis de cor – comprido, fino e só com uma utilidade! Mas a vantagem do lápis é que ele pinta bem, no entanto no outro caso... Lápis de cor, minhas caras, é tão ruim quanto nada! Afinal, com o dedo você pode fazer melhor e – ainda por cima – não precisa ouvir gemidos – dele, óbvio!!.


Posted by Jaque.

sábado, 4 de julho de 2009

Filosofando...

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"O que os olhos não veem, a gente não sente!"

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Rapidinha

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Quanto mais eu observo os bichos, mais entendo os humanos!
O raciocínio é simples: Tenho duas gatas. Uma delas conheceu um gato na vizinhança.
Durante o dia ela dormia, durante a noite caia na gandaia.
A outra gata, não contente, gostou do mesmo gato.
E o bonzão, ali, dando conta das duas.
Elas estão se estranhando, mas ele tá nem aí.
Moral da história?
Quanto mais eu observo os bichos, mais entendo os humanos.
Macho é macho, independe da espécie.